PROS ressalta luta feminina em defesa dos direitos da mulher

O PROS Mulher levanta a bandeira do fim do silêncio da mulher brasileira

Não há dúvidas de que o papel da mulher contemporânea tem sido determinante na geração atual, no entanto, ainda há muito o que mudar. As mulheres conquistaram o direito ao voto, aumentaram a atuação no mercado de trabalho, mas a participação na política, por exemplo, é mínima. A desigualdade salarial entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo, também é um obstáculo que até o momento não foi vencido.

O núcleo do PROS Mulher foi criado com o objetivo de fortalecer a participação feminina na política, bem como tratar de assuntos de interesse da mulher. “É importante que nós possamos estar empoderando as mulheres em todos os lugares, isso é fundamental para uma maior participação das mulheres no processo político. Somos a maioria do eleitorado, mas infelizmente ainda somos poucas”, disse a deputada federal Josi Nunes (PROS-TO).

Por mais que tenha se criado a Lei Maria da Penha e as Delegacias Especiais de Mulheres – avanços obtidos há pouco tempo – o número de agressões registrado diariamente ainda é muito alto, fora as mulheres que não estão nas estatísticas pelo grande desafio de denunciar.

Após anos de rumores e denúncias que foram ignoradas, abafadas ou relativizadas, o PROS ressalta a importância da valorização da mulher e é contra qualquer tipo de violência ou ameaça. A presidente do PROS Mulher, Maria Aparecida, ressalta que o principal desígnio do núcleo é convocar as mulheres brasileiras para não se calarem.

“Este é o momento de consagração da luta enfrentada por tantas mulheres, é o momento de buscarem seus direitos e não se calarem frente a atitudes e gestos desrespeitosos e ofensivos. O PROS Mulher carrega e levanta a bandeira do fim do silêncio da mulher brasileira, formulando, coordenando e articulando políticas”, disse.

De 173 países analisados pelo Banco Mundial na pesquisa “Mulheres, empresas e o direito 2016”, pelo menos 95 abordam a violência física e sexual e 122, a violência psicológica, em suas leis. A luta das mulheres não é apenas por questões relativas a elas, mas especialmente por uma sociedade melhor.

“As mulheres não podem ficar de fora desse grande momento que o Brasil está vivendo, um momento de transformação, de mudanças, de pensar realmente que futuro a gente quer para nossa família e para as novas gerações. Essa é uma luta de todas nós e nós precisamos levantar a nossa bandeira, a nossa participação é muito importante”, Clarissa Garotinho (PROS-RJ).

Comunicação PROS Nacional.

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